março 09, 2010
março 08, 2010
Acabei de atualizar um wikizinho pessoal que eu tenho para o MoinMoin 1.9.2 Entre as novidades da série 1.9:
- A versão mínima do Python exigida agora é a 2.4
- O MoinMoin é agora uma aplicação WSGI baseada no werkzeug.
- Novo tema padrão
- Syntax highlighting baseado na biblioteca pygments
- Indexação e busca com o Xapian melhoradas.
O procedimento de atualização é simples, porém uma desatentço minha complicou o processo. O Moin vem com uma pasta chamada underlay, que é onde ficam as páginas de sistema e de ajuda do Moin. Antigamente, bastava copiar a pasta underlay da nova versão do Moin para ter as suas páginas atualizadas. A partir do 1.9, é necessário entrar na página LanguageSetup e escolhero idioma no qual essas páginas estarão e instalar o pack desse idioma. Procedimento simples, mas que por ter pulado essa parte das notas de lançamento atrasou a atualização. É isso!
março 07, 2010
Somos tão idiotas. Não dizemos o que pensamos e não pensamos no que dizemos. Se soubéssemos dizer o que pensamos de forma seletiva serial maravilhoso.
Seria interessante se soubéssemos dizer o que pensamos quando isso é realmente importante, mas não quando isso pode potencialmente nos trazer resultados indesejados.
Obviamente, existem momentos em que é possível pressentirmos que dizer o que pensamos pode trazer resultados indesejados e é em momentos como esses que devemos nos conter.
Porém, existem momentos em que é praticamente impossível saber ao certo o que ocorrerá se dissermos o que realmente pensamos. Tanto pode ser um retorno desejável quanto podemos ter um péssimo retorno, completamente contrário ao o qual realmente esperávamos.
Talvez seja por isso que a maioria das pessoas acabam deixando de dizer o que realmente pensam, exatamente para evitar possíveis resultados indesejados.
Temos medo. Essa é a verdade. Não necessariamente medo da palavra, do ato de dizer, mas sim das consequências resultantes de nosso hipotético ato de usar a verdade.
Temos medo de machucar as pessoas ou mesmo de afastá-las, de forma que nosso contato com as mesmas fique prejudicado ou mesmo impossibilitado.
É impossível saber ao certo se o pensamento do receptor de nossas palavras está em sintonia tão boa com nosso pensamento a ponto do mesmo entender a mensagem da forma como a imaginamos.
É comum o contrário acontecer, ou seja, tentarmos flertar com a idéia de dizermos o que pensamos e a mensagem ser compreendida de forma completamente diferente da forma inicialmente intencionada.
Poderíamos encurtar todo o processo e tornar a vida muito mais simples para todos, simplesmente nos privando de ocultar a verdade e tornando nossas idéias públicas, de forma que as mesmas passassem a ser transmitidas da forma mais sincera possível.
Infelizmente, não somos evoluídos o bastante para nos permitir esse exercício de sinceridade. Os mais intelectualmente evoluídos provavelmente iriam nos odiar. Odiariam aqueles de nós que simplesmente tivessem optado por utilizar a verdade.
março 06, 2010
Mais uma resposta a uma pergunta que recebi no formspring.me. Para quem ainda não entendeu, o formspring.me é um serviço onde você pode se cadastrar e as pessoas, cadastradas ou não, anonimamente ou não, podem lhe fazer perguntas.
É uma espécie de FAQ sobre você mesmo, onde os interessados podem saber mais sobre você ou mesmo lhe fazer perguntas relacionadas a sua opinião sobre qualquer assunto.
Caso esteja interessado/interessada em saber algo sobre mim ou minha opinião sobre um determinada assunto, confira se já respondi a pergunta que você faria em meu perfil no formspring.me ou faça você mesmo sua própria pergunta.
Abaixo, a pergunta que resolvi selecionar e a resposta que forneci a mesma :
Pergunta :
Como lidar com a quantidade de informação hoje em dia ? Existe tempo para leitura dos “Clássicos” como Fernando Pessoa e Machado de Assis ? by geekbr
Resposta :
Se eu soubesse realmente como lidar com a quantidade de informações com a qual somos bombardeados diariamente eu provavelmente escreveria um livro sobre isso e ficaria rico e famoso, exatamente como o fazem os escritores de livros de auto-ajuda.
Realmente, vivemos em um tempo em que somos bombardeados com um quantidade enorme de informações. A grande sacada, que muitos ainda não entenderam, é que não somos obrigados a absorver e entender toda essa informação.
Podemos filtrar somente a informação que necessitamos ou somente a informação que nos interessa e ignorar todo o ruído adicional que teima em querer nos perseguir e se disfarçar de conteúdo importante.
Existem inúmeras ferramentas, como os agregadores de feeds (Google Reader, por exemplo), que nos permitem perder menos tempo indo atrás das informações, nos trazendo a informação automaticamente sempre que uma atualização ocorrer na fonte original.
Certamente, existe também o perigo de nos empolgarmos com a quantidade de informação disponível e caírmos na armadilha de tentarmos acompanhar toda e qualquer fonte de notícia, na vã esperança de que alguma informação útil um dia será nos passada a partir dessas fontes.
Nesse ponto, é importante ter a noção da existência da possibilidade de uma filtragem ainda mais profunda da informação que chega até nós, para separar o ruído da informação útil.
Ainda reutilizando o exemplo dos agregadores de feeds, existe a possibilidade da assinatura de feeds por tags/palavras-chaves, de forma que não exatamente todo o conteúdo das fontes de origem da informação nos serão trazidas, mas sim somente a informação devidamente rotulada com uma palavra-chave (tag) específica, a qual esperamos realmente refletir o assunto descrito pelo identificador da palavra-chave utilizada.
Também temos a opção de simplesmente dedicar menos tempo a acompanhar toda essa informação que nos cerca e nos preocuparmos mais com nossos amigos, parentes, familiares, companheiros e com as pessoas que nos cercam de uma forma geral.
Lembre-se que toda a informação importante que nos é trazida pela Internet é, em essência, produzida por pessoas, não por máquinas. As máquinas são somente um meio de transporte para que a informação nos atinja.
E se a informação é produzida pelas pessoas, nada mais natural do que ir diretamente a fonte das informações, ou seja, nada mais natural do que recorrer as pessoas, as quais produzem a informação, e não aos veículos que somente a transportam, as máquinas.
Mesmo que inconscientemente, todos estamos em algum nível viciados em informação. Não somente nós, que vivenciamos a tecnologia diariamente, mas em diferentes níveis virtualmente todos estão parcialmente dependentes/viciados em informação.
Um exemplo é que, atualmente, dificilmente encontramos um conhecido que não possua ao menos uma conta em um serviço de mensagens instantâneas (MSN/Windows Live Messenger é o mais comum entre as pessoas não técnicas) e um perfil em alguma rede social (Orkut é o mais comum entre as pessoas não técnicas).
Todos estão com uma certa frequência acessando/utilizando esses serviços. Isso não é necessariamente ruim. Quando utilizados como apenas mais uma forma de manter contato com outras pessoas, ou mesmo como uma forma de organizar encontros reais entre pessoas que de outra forma dificilmente se conheceriam, é até saudável utilizar esses serviços.
O problema começa a ocorrer quando a pessoa substitui a vida social real pela vida “social” virtual, utilizando somente o meio virtual para o contato com outras pessoas e ignorando completamente sua necessidade natural de contato humano/físico.
Em relação a tempo, salvo o tempo em que você vende seu conhecimento para seu empregador, você é quem decide o que fazer de seu tempo livre. Se você não tem nenhum tempo livre e, ao invés disso, consome todo seu tempo trabalhando, talvez seja o caso de reavaliar sua vida.
Vale realmente a pena ter todo o seu tempo ocupado com trabalho ? A recompensação financeira conseguida com isso realmente vale a pena todo o tempo perdido, o qual certamente não será lhe devolvido novamente e o qual lhe fará falta, senão em pouco tempo, mas ao menos de médio a longo prazo ?
É essencial, mesmo que por vezes complicado, ter ao menos algum tempo livre para se divertir, interagir com outras pessoas reais (não virtuais), se dedicar a hábitos saudáveis (como a leitura citada) e, em última instância, até mesmo ter algum tempo livre para você mesmo, mesmo que seja para simplesmente não fazer coisa alguma, somente para descansar.
Estou convencido de que uma grande área de pesquisa/trabalho passará a ser a psicologia, uma vez que a sociedade atual está se perdendo com tamanha intensidade em meio a tanta tecnologia que certamente precisaremos cada vez mais ser analisados e ter nossos problemas entendidos para podermos voltar a viver como antigamente, quando não tínhamos a interferência da tecnologia atrapalhando as relações humanas.
março 05, 2010
março 04, 2010
Até que consiga encontrar uma forma um pouco mais automatizada de publicar respostas a perguntas selecionadas que me fazem em meu perfil no serviço formspring.me, vou esporadicamente publicar as perguntas que acreditar interessantes e suas respectivas respostas como posts por arqui.
Essa é a primeira. Perguntem mais e eu provavelmente terei mais material para publicar
Pergunta :
Partindo da citação <quote>Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta</quote> Como você entende hoje a estupidez humana, a sociedade de consumo. by geekbr
Minha resposta :
A estupidez humana sempre existiu e sempre existirá. Infelizmente, parece ter piorado com o tempo.
Procuramos formas de obter satisfação nos afastando cada vez mais uns dos outros, sendo cada vez mais egocêntricos, nos importando cada vez menos com nossos pares.
Criamos redomas artificiais e tentamos curar os problemas que isso nos traz recorrendo ao consumismo desenfreado, mas não conseguimos entender que isso não nos vai trazer a felicidade que teimamos em afastar quando optamos por nos afastar uns dos outros.
Dizem que umas das características do ser humano que o diferencia dos demais seres e que o torna a espécie dominante é a capacidade de armazenar informações e transmití-la aos seus semelhantes.
Isso foi a base da evolução humana e foi o que nos permitiu construir sob o que nossos antepassados criaram. É por isso que não precisamos redescobrir a eletricidade a cada nova geração, por exemplo, mas sim evoluir a partir de conceitos básicos compreendidos e passados a frente por gerações anteriores.
Infelizmente, porém, se por um lado somos capazes de compreender conceitos abstratos e complexos relacionados a ciência, matemática, física e demais áreas do conhecimento, somos um zero a esquerda no que diz respeito a conhecermos a nós mesmos.
Começamos a entender a importância que temos uns para os outros somente próximo ao final de nossas vidas. E mesmo sofrendo muito para começarmos a entender isso, somos seres ruins o bastante para não tentarmos transmitir a nossas gerações futuras a importância disso.
Parece que sentimos prazer em deixar que cada nova geração cometa os mesmos erros, sofra o mesmo que sofremos e tenha um início da compreensão de quanto tempo de vida perdeu tentando se enganar somente ao final de sua existência.
O ciclo sempre vai se repetir. Não me orgulho nada disso, tenho vergonha em fazer parte de uma espécie tão mesquinha e egoísta, que impede sua própria evolução por não se importar em sua evolução como espécie, mas sim no quanto pode ter de vantagem hoje.
Imediatistas e egocêntricos, somos uma sociedade patética. Nos julgamos donos de tudo e na verdade não somos donos de coisa alguma. Não temos a mínima importância no mundo e no universo, mas acreditamos, de alguma forma, que nossos bens materiais e nossa superioridade imaginada como espécie dominante realmente nos torna importantes.
Nos maravilhamos com a tecnologia e passamos a tê-la como nosso principal companheiro, deixando de lado nossos pares reais de carne, osso e alma, dando pouca ou nenhuma importância aos mesmos.
O sentido da vida não é 42. O sentido da vida, em minha opinião, é conseguirmos evoluir não tecnologicamente, mas sim afetivamente, como espécie, junto a nossos pares, de forma amigável. Uma evolução espiritual, como queira.
Nunca vamos entender e conseguir explicar questões relacionadas ao metafísico, sobrenatural, a alma ou como o queira chamar se não conseguirmos compreender conceitos tão simples como amizade, convivência em sociedade, paz, amor e respeito.
Felizmente, não são todos de nossa raça que são realmente repugnantes conforme descrito aqui. Algumas pessoas, infelizmente a minoria, conseguem compreender o que é realmente importante.
Infelizmente, essas pessoas são ignoradas pela grande maioria de nossa sociedade e taxada como “pobres”, por optarem por não ostentar luxo e bens materiais, mas sim por tentarem simplesmente se importar uns com os outros.
março 03, 2010
março 02, 2010
Bom, na verdade não vazou (apesar de alguns fakes que rolaram por aí com músicas do álbum D-Side), o próprio Gorillaz botou em streaming pra todo mundo ouvir (na verdade o original é esse, mas não consegui ouvir por lá). O álbum sai dia 8 agora.

Um disco repleto de participações especiais. Bom sinal quase nunca é. Mas aqui é diferente.
“Welcome to the world of plastic beach” traz Snoop Dogg em hip hop bem a la Gorillaz. Em seguida uma mistura boa de sons étnicos (árabes, mais especificamente) com batidas de rap. Coisa do Gorillaz.
Só matamos a saudade de Damon Albarn (ou melhor, de 2D) na 4ª (e boa) “Rhinestone Eyes”, cheia de barulhinhos oitentistas (ou noventistas?).
Baladinhas exitem (Melancholy Hill e Broken), mas não têm lá grande destaque.
O legal do disco são suas excelentes surpresas: “Some Kind of Nature” (28 minutos) com Lou Reed, vocais cortados, boa melodia e produção fantástica é boa de ouvir de novo; “Sweepstaker” (mais ou menos aos 38 minutos) é incrível, misturando sons binários com uma vibe meio caribenha e hip-hop; “To Binge” (aos 47 minutos) é balada, música bonita, bem bonita, delícia, mais uma de ouvir de novo.
Rappers (Mos Def, Snoop Dogg, De la Soul), rockers (Paul Simonon e Mick Jones do Clash, Lou Reed), orquestras e muitos barulhos eletrônicos fazem os 56 minutos da obra.
No fim, Plastic Beach é bem agitado e gratificante. No fim o Gorillaz continua único e critativo.
Ouve que é excelente!
março 01, 2010
Para quem não viu, vai o comercial da Devassa censurado pelo Conar.
fevereiro 28, 2010
fevereiro 27, 2010
Amanhã, dia vinte e sete de fevereiro você fará algo por mim que fará uma média diferença na sua vida, porque se eu dissesse uma grande diferença ou algo do tipo, você poderia me culpar com todo direito, e eu, com cara de idiota, teria o dever de me desculpar de qualquer forma, até mesmo on-line. Enfim, seguem as coordenadas: 19h. Cine Cultura. O Solista.
Um drama real sobre um musicista excepcional interpretado por Jamie Foxx que leva um tombaço, não da vida, mas da própria mente, não que a mente não esteja na vida, mas a vida num chegou dando rasteira, “passa a carteira”, sacou? O cara sofre de esquizofrenia, começa a ouvir, tatear, lamber o invisível e é jogado na situação de sem-teto, sem a vida maravilhosa que tinha numa das melhores universidades de música da cidade.
Nisso, surge um jornalista interessado na história desse às da música clássica e a amizade que todo mundo conhece, eles tem suas desavenças, mas cultivam o “algo” que eu falei lá no comecinho: você fará a maior diferença na minha vida e na sua, mesmo que você não saiba disso. O jornalista é nada mais nada menos que Robert Downey Jr. Te espero lá, palavra de amigo.
fevereiro 26, 2010
fevereiro 25, 2010
O álbum deve sair no dia 8 de março, mas vazou hoje.

O que se pode esperar do Black Rebel Motorcycle Club? Guitarras, muitas guitarras. Guitarras de arrebentar o chão, o teto e o que mais puder ser arrebentado.
Assim o álbum começa com a já conhecida “Beat The Devil’s Tattoo”, que dá toda a tônica do resto do disco.
“Sweet Feeling”, como o nome diz, é doce e bonita e, claro, lembra Howl, o clássico melódico incidental de 2005. Seguida a essa, vem a sublime “Evol”, uma emaranhado de sons muito bem arranjados, guitarras muito bem barulhentas, e vocal muito bem arrastado e desiludido.
Daí pra frente as incursões a Howl aparecem vez ou outra (como na incrível “The Toll”, um folk fodão), mas o que permanece é o bom e velho BRMC garageiro de Baby 81 e Take Them On, On Your Own .
Beat The Devil’s Tattoo não traz muita inovação ao portfólio banda, mas mostra como ela é competente no som que faz (ouça o riff de “Shadow’s Keeper”) e em toda a referência que acumulou nos seus mais de 10 anos. Assim, belas baladas e ótimas barulheiras constroem um discaço.
Ouve que é excelente!
fevereiro 24, 2010
fevereiro 23, 2010
Vemos camisetas aos montes em sites e nas ruas e sempre que posso faço a minha. Dependendo da estampa e sua complexidade, seria inviável. E sempre digo: seria! Mas a única consideração de viabilidade é se voce é bom ou não no estilete.
Topa o desafio? Então, bora fazer a sua! Que tal uma do Mondocubano.com?
O lance é seguinte: acompanhe pelas fotos clicando na primeira e verá a legenda dela no rodapé.
Tem uns vídeos com um massete.
Aí é mandar a ver! Boa sorte e divirta-se!
Os materiais são os seguintes:
1- camiseta;
2- estilete;
3- stencil colado numa cartolina;
4- tintas;
5- espumas.
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Clique nas fotos e veja as explicações nas legendas.
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E ae? Ficou bacana? Faça outras! Invente! E ‘renove’ seu guarda-roupa!
fevereiro 22, 2010
fevereiro 21, 2010
Alguns anos atrás a Oracle tinha muitos produtos de infra-estrutura java mas de péssima qualidade. Tanto que fan-boys Java faziam pouco caso dos produtas deles.
Porém, quando Larry Allisson atiçou sua sede de aquisições sem precedentes na história tecnológica. Uma das empresas adquiridas foi a BEA Systems que tinha em ser portifólio, a melhor máquina virtual java (JRockit) e um excelente servidor de aplicação java, conhecido como WebLogic.
Com a aquisição da Sun, a Oracle tem definitivamente as melhores soluções para arquitetura java. Servidores SPARC, Sistema Operacional Solaris, as máquinas virtuais da Sun e JRockit, além de ter dois excelentes servidores de aplicação java (WebLogic e Glassfish).
A notícia que a próxima versão (Java 7) da máquina virtual Sun Oracle terá código-fonte vindo do JRockit e do Hotspot (Nome da máquina virtual daSun Oracle), possivelmente terá um aumento significativo de performance, debug mais apurado e mais recursos de monitoramento. Importante observar, qual será o estratégia em relação ao WebLogic e Glassfish, se tiver a fusão dos códigos, sem dúvida poderá ser o melhor servidor de aplicação Java.
Caso a Oracle adote essa estratégia, poderá ser a empresa dominante em todos os sentidos na pilha Java, do Hardware (servidores) ao Servidor de Aplicação Java (também conhecido como J2EE ou JEE). A frente da IBM com Websphere, Red Hat com Jboss e Icedtea, Fundação Apache com Geronimo e Harmony e do Consórcio OW2 com JOnas.

Da pior para a melhor, a competição no mercado Java está só para gente grande, vamos esperar o que os concorrentes irão fazer para manterem-se competitivos.
Estou ficando meio repetitivo, não é mesmo? Mas é que não posso deixar de compartilhar algumas novidades, até porque muita gente não tem acesso – ou tempo – a novidades que estão à disposição mas que ainda são consideradas “ficção científica”.
Você já viu o Google Earth e o Maps, com certeza. Então o começo da brincadeira, já conhece. Já deve saber também como funciona o zoom nos mapas e que, em algumas cidades, além da cartografia (o desenho dos mapas), você tem acesso a fotos da cidade e pode “passear virtualmente” pelas ruas.
Vai me dizer que nunca teve vontade de entrar em uma loja ou restaurante daqueles? Bom, agora você pode, especialmente se tiver alguém com uma câmera ligada e geolocalizada, ou seja, um celular.
Como o vídeo está em inglês, vou adiantar algumas coisas para que você perceba o que vai acontecer com a conexão ultra-super-powers-rápida do Google, criando a experiência da realidade aumentada.
Aos 3′15″, aparece uma interessante superposição de imagens, ao fundo a foto do local e exatamente no mesmo lugar, uma foto postada no Flickr (o cartaz diz: Meu pai foi morto por ninjas, por isso eu preciso dinheiro para minhas aulas de caratê).
Logo em seguida outra superposição, demonstrada pelos diferentes horários das fotos do relógio da fachada.
Aos 5′00″ começa a superposição das imagens internas do local com o vídeo ao vivo. É simplesmente maluco.
Ao final da exposição (aos 7″00′), outra surpresa: a transição da imagem 3D para o céu noturno, num mapa astronômico, com a aparência que tem naquele momento. Simplesmente sensacional.
São fascinantes as possibilidades para aplicações desse tipo.
fevereiro 20, 2010
O @andrelop fez um pergunta bem instigante para mim no formspring.me. Demorei um pouco para responder pois pensei que a resposta daria um post no blog.
A pergunta:
Você acredita que, no futuro (caso sobrevivamos a 2012), teremos algum tipo de contrabando de substâncias que nos forneçam inspiração ? Inspiração será um "produto" raro, a medida que evoluímos para uma sociedade produtora de informação ?
Inspiração sempre foi um produto raro. E desde que do início da civilização que conhecemos é usado algum tipo de droga. Tanto que o ópio foi motivo de duas guerras[1] que levaram seu nome: Primeira Guerra do Ópio (1839-1842) e Segunda Guerra do Ópio (1856-1860).
As primeiras sociedades asiáticas, conhecidas como primeiras formas de civilização organizada, já usavam drogas para auxiliá-los na meditação (budismo). Os egípcios, também, usaram no seu auge como civilização, assim como todas civilizações que tem registro de sua história.
A inspiração é e será cada vez um produto mais raro e caro, Exemplo disso, é a existência de diagnóstico de psicólogos/psiquiatras um aumento significativo de usuários de internet com dificuldade de concentração que exijam elaboração/criatividade/concentração. Desde resolução de problemas matemáticos, crítica de um texto ou simplesmente escrever um texto de 40 linhas.
Um livro interessante que projeta esse cenário é Neuromancer. Aliás, é recomendável que leia a trilogia Sprawl (Neuromancer, Mona Lisa Overdrive e Count Zero).
Um sintoma do problema da criatividade na época presente, é um artigo do Ladislav Bodnar do Distrowatch. Ele faz análise de um distribuição derivada do OpenBSD. O foco do artigo não exatamente sobre distribuições Linux e a quantidade de derivações sem nenhuma inovação, apenas modificações superficiais.
Nas universidades, existem alguns alunos que usam drogas para melhorar a performance, melhorar a concentração e as notas nas avaliações. Isso é conhecido pelo mundo e no Brasil foi capa de uma edição da Superinteressante.
O futuro breve nosso, usaremos diversos tipo de drogas para melhorar a memória, concentração, síntese, inspiração, etc. Além de drogas químicas, teremos melhoramento genético do cérebro, implante de nanorobôs autônomos para a mesma finalidade. Neste mesmo futuro, quem não tiver acesso à esses diversos tipos de doping será excluído da sociedade, será considerado como um cidadão de segunda classe já que não conseguirá acompanhar o avanço tecnológico da Sociedade da Informação. Este processo já se iniciou nas diversas áreas da sociedade mas nenhuma delas ainda é tão nítida como os analfabetos digitais.
Também neste futuro, a palavra doping não será mais vista como uma prática ruim. Teremos o doping cibernético, doping digital, doping químico, doping biológico, doping biomecânico, etc. Um exemplo de alguns desses dopings está em Johnny Mnemonic. Creio que quando tivermos essas coisas disponíveis para massa, a "Era" será chamada de Sociedade do Doping (ou um nome mais brando).

Provavelmente sobreviveremos à 2012, exceto se tiver algum problema com o núcleo da Terra, uma explosão do Sol ou colisão com um cometa.

It’s always not our business when we hear about bad things happening elsewhere. Yes, we feel sorry and give our condolences when needed, just like how the social etiquette says we should, but that’s not the point.
The heart of the matter is about bad things happening to ourselves and to those we care about. And before one would ask me if there’s any need to send me condolences, please don’t. There’s no need. No one really died nor is badly ill and about to die.
This post is about how wrong the whole world seems to be these days. Things are just upside down. All the good values are completely and loudly ignored and bad practice seems to have become the de-facto standard.
Bad professionals are being picked instead of the good ones because the bad ones are somewhat connected to the right people, which are the ones who makes the decisions. Good people are being left behind and insanely bad people are being elevated to the higher positions.
Good people are being left alone, without any good friends to share happiness and all the good feelings, because people these days seems to like the ones who are those most likely to get rich by using evil tactics, so they choose their friends appropriately, using the money as the key factor.
Good people are being left alone, without a love to share experiences and to create a good, happy and healthy family , because the damn money is fuckingly impregnated everywhere, taking good people away from good people.
The good people are being taken by the bad guys, those ones who have enough money to provide a gorgeous and rich life, a life completely empty of happiness, but which ultimately will at least provide a good foundation on which possible future generations could be forged and, maybe, just maybe, these future generations would be happy, as their previous generations certainly won’t be.
People today are sacrificing their happiness for money. It’s so sad everything needs to be centered on this thing, which we firstly created, but which now is taking our life, friends, loves and happiness away from us.
One can’t ask for sincere love anymore before having material belongings to prove he’s worth it. It isn’t enough anymore to be a good person, to demonstrate love, compassion, comprehension, good humour and good will. You should most importantly demonstrate you have money if you are serious about wanting some love back.
It’s disgusting that these days that’s the standard scenario for human relations and not the complete opposite. It’s disgusting we let it be that way and that we now have to survive in a world where the practive don’t match the desired and previously intended behaviour.
What’s this ? Why are we lying to ourselves, saying to everyone we are good and decent people when in practice we don’t accept friendship and love without firstly making sure our friends and potential lovers have some seriously decent amount of this drug called money ?
Would someone please be so kind to enlighten me and, most importantly, would someone please be so fuckingly consistent, proving actions matches words, being my friend and possible female lover and not asking me first how much money I have in my bank account ?
That’s not a rant for someone specific, but for the society as a whole, a collection of human beings I’m starting to want away from me more and more as long as this disgusting behaviour keeps being the practice.
fevereiro 19, 2010
Most times when I blog about WebKitGTK+ it’s to talk about new features, and their usage in Epiphany. This time I’d like to tell those who care more about our test infrastructure. Like I said in my previous post, testing is something we take very seriously in WebKit land. It would be hard to get such a complex project, with such diversity of platforms moving forward without automated testing.
Apple hosts a buildbot master that controls a whole lot of build slaves, for many platforms. Today we added the fourth WebKitGTK+ build slave to the family: 64bits release. This makes up for 4 build slaves in total, 2 release bots sponsored by Collabora, and 2 debug bots sponsored by Igalia. These bots build WebKitGTK+, and then run what we call the “layout tests”. I use quotes there because the name is a bit misleading. Despite being HTML/JavaScript tests, they cover a whole lot of functionality, and tests for regressions in many areas, including security, crashes, animations, media playing, DOM behaviour, and javascript API behaviour. WebKitGTK+ bots currently run 6397 tests, which represent about half the available tests.
Our bots are also, as of today, the first ones to run platform-specific API tests. Almost a year ago we started writing small tests based on glib’s GTestSuite, and they have been very valuable in helping us make sure our API expectations aren’t breaking (at least unknowingly), and to be able to test things that would be very hard to have Layout Tests for. So, yay! Thanks to everyone involved.
Back to layout tests, now: the other half is currently skipped because of one of three main reasons:
- We suck, and the test fails for real, either because we are missing implementation of something it uses (say, JavaScript isolated worlds, which has been recently added), or because our implementation is wrong
- The test is a render dump, and we did not generate results for it yet
- We lack functionality to run the test in our DumpRenderTree implementation
The first one is the worst of all. It means we have broken functionality, or lack web compatibility. The second one is less bad, we can usually trust layout, and rendering to be good because most of the rendering code is shared (thought there are exceptions, of course). Render dumps are a special way of representing the render tree as text, and we need to generate our own results because of differences in things such as font sizes. The third one is also pretty bad - it means we cannot test some features; DumpRenderTree is an application that uses the port’s API to run the tests, and provide additional JavaScript API through JavaScriptCore.
If you feel like helping WebKitGTK+, choosing a bunch of these (specially non-render-dump) skipped tests to make them pass could likely be a good first step =).
O que você fez no fds? Atrasou o relógio? Tirou fotos com fãs? Você ainda tem fãs? Se deu conta que não resta um tostão na sua conta bancária? Foi feito refém? Perdeu a guarda da filha porque a sua simples existência já a deixa incomodada? Sozinho no meio dos “amigos”? Foi substituído pelo Steven Seagal? Alguma pessoa sentiria a sua falta? Você é o Van Damme? Jean-Claude Van Damme é JCVD e JCVD é o filme.











































